AUGUST
25.08 REGENSBURG FES
29.08 Abendveranstaltung Oskar- Schindler- Schule HILDESHEIM
30.08 Vormittagsveranstaltung Oskar-Schindler-Schule HILDESHEIM
SEPTEMBER
1.09 Kronberg Gymnasium (Taunus) KRONBERG Ausstellungseröffnung
3.09 bis 6.09 Internationale Jugendbegegnung in KREISAU, Polen
Vortragsreihe und Ausstellungseröffnung
7.09 KRAKAU, POLEN
8.09 KRAKAU , POLEN
9.09 KRAKAU, POLEN
12.09 10 Uhr Joliot - Curie Gymanisum GÖRLITZ
Wilhelmsplatz 5 02826 GÖRLITZ
12.09 14.30 Uhr Mittelschule GÖRLITZ Innenstadt
Elisabethstraße 13 GÖRLITZ
13.09 10 Uhr Mittelschule NIESKY
Pestalozistraße 24 02906 NIESKY
13.09 14 Uhr Bruno-Bürgen Mittelschule WEIßWASSER
Lutherstraße 22 WEIßWASSER
14.09 7.45 Uhr Mittelschule Burgteich ZITTAU
Alte Burgstraße 7a 02763 ZITTAU
14.09 11.15 Uhr Parkmittelschule ZITTAU
15.09 7.30 Uhr Martin-Luther -Gymnasium LUTHERSTADT EISLEBEN
15.09 18 Uhr St.Annen Kirche EISLEBEN
Rammtorstraße 7 Postfach 1152
D-06295 Lutherstadt Eisleben
17.09 Buchpräsentation in Sigmaringendorf, "Die Geschichte von Wilhelm Lehmann" , Autorin Erika Rosenberg. Zum 130.Jubiläum der Gründung der Stadt Rafaela in der Provinz Sta. Fe
20.09 vormittags St.Angela Gymnasium WIPPERFÜHRT
20.09 19 Uhr Else-Lasker-Schüler Gesellschaft WUPPERTAL
21.09 Vormittags Berufskolleg Kaufm. Schulen in Bergisch Gladbach
Oberheidkamper Str. 21
51469 Bergisch Gladbach
21.09 Abends VHS Bergisch-Gladbach BERGISCH- GLADBACH
25.09 Vormittags Reuchlin Gymnasium PFORZHEIM (KAS)
25.09 Abends Veranstaltung im Reuchlin Gymnasium PFORZHEIM(KAS)
26.09 Vormittags Gymnasium HERRENBERG(KAS)
28.09 Abendveranstaltung Gymnasium KAISERSLAUTERN
29.09 8.30 Uhr Gymnasium KAISERSLAUTERN
OKTOBER
4.10 Philipp-Mattäus-Hahn Schule NÜRTINGEN Vortrag und Ausstellungseröffnung
5.10 9 Uhr Kaufmännische Schule KIRCHHEIM TECK
5.10 Gedenkstunde in Regensburg anlässlich des 10.Todestages von Emilie Schindler
Friedrich-Ebert Stiftung REGENSBURG
5.10 bis 11.10 Vortragsreihe im Auftrag der Friedrich-Ebert Stiftung REGENSBURG
5.10 9.45 Uhr Mittelschule Neutrabling Kleplerstraße 82 93073 NEUTRAUBLING
5.10 13 Uhr Städtische Berufschule II Regensburg, Alfons-Auer-Straße 20
REGENSBURG
6.10 9.45 Uhr Ostendorfer Gymanisum Neumarkt Dr.- Gründler- Str. 5
92318 NEUMARKT i.d.Oberpfalz
7.10 9.30 Uhr Vormittag Carl-Friedrich-Gauß-Gymnasium Kreuzbergerstraße 20 92421 SCHWANDORF
10.10 10.30 Uhr Johan-Michael-Fischer-Gymnasium Burglengenfeld
Johannes- Kepler - Straße 4 93133 BURGLENGENFELD
11.10 9 Uhr Mittelschule Dietfurt Mallerstetter Straße 25 92345 DIETFURT
11.10 19 Uhr Vortrag Stadtbücherei Obernburg Römerstraße 74, 63785 OBERNBURG
12.10 bis 15.10 Frankfurter Buchmesse FRANKFURT AM MAIN
Termine mit Verlagen. Foto- und Pressetermine
16.10 bis 20.10 LAS PALMAS Gran Canaria SPANIEN Lesung an der Deutschen Schule.
Abendveranstaltung in spanischer Sprache für breites Publikum. Presentation neuester Recherchen.
24.10 bis 28.10 RHEINLAND - PFALZ Pädagogisches Landesinstitut
Vortragsreihe an Schulen
24.10 Vormittag Richard-von-Weizsäcker-Realschule GEMERSHEIM
24.10 Nachmittag KKG NEUSTADT
25.10 Vormittag Gesamtschule Wörrstadt WÖRRSTADT
1.Lesung
2.Lesung
25.10 Abend MONTABAUR
26.10. Vormittag Landesmusikgymnasium MONTABAUR
26.10 Nachmittag Konrad-Adenauer-Gymanisum WESTERBAUER
27.10 Vormittag BBS JWB KOBLENZ
27.10 Nachmittag BBS Wirtschaft KOBLENZ
28.10 Vormittag Hildegard-von- Bingen Schule KOBLENZ
28.10 Nachmittag Kurfürst-Salentin-Gymnasium ANDERNACH
31.10 19 Uhr Jüdische Gemeinde DARMSTADT
NOVEMBER
2.11 Saarpfalz-Gymnasium HOMBURG / SAARLAND
3.11 Katholische Erwachsenen Bildung HOMBURG / SAARLAND
4.11 Hohenstaufen-Gymnasium KAISERSLAUTERN
4.11 Abendveranstaltung Katholische Erwachsenen Bildung NEUSTADT / WEINSTRAßE / LUDWIGSHAFEN
6.11 Evangelische Kirchengemeinde Erzhütten KAISERSLAUTERN
7.11 Uni-Wohnstadt KAISERSLAUTERN
8. und 9.11 IKG LANDSBERG Ausstellungseröffnung und Vortrag LANDSBERG
10.11 Dominikus-Zimmermann-Gymnasium Vormittags 2 Vorträge LANDSBERG
14.11 Konrad Adenauer Stiftung zwei Veranstaltungen "Memorial Topf&Söhne" ERFURT
15.11 Konrad Adenauer Stiftung Veranstaltung in spanischer Sprache Christliches Gymnasium JENA
17.11 Werdenfels-Gymnasium GARMISCH - PARTENKIRCHEN Abend Ausstellungseröffnung
18.11 Werdenfels-Gymnasium Morgen Vortrag 9. und 10.Klasse GARMISCH PARTENKIRCHEN
19.11 bis 20.11 WIEN ÖSTERREICH
20.11 Madam Toussau Museum drei Veranstaltungen, WIEN
21.11 Schwarzachtal-Mittelschule Berg Rosenbergstraße 15
92348 BERG
22.11 11 Uhr Berufliches Schulzentrum Oskar-von Miller
Glätzlstr. 29 92421 SACHWANDORF
23.11 9.45 Uhr Hauptschule Aufhausen Schulstraße 7
93089 AUFHAUSEN
24.11 19 Uhr Buchhandlung "Bodner" WEIDEN
25.11 Augustinus-Gymnasium WEIDEN
28.11 VHS REGENSBURG Abendveranstaltung
30.11 Leibniz Gymnasium ALTDORF
DEZEMBER
2.12 20 Uhr Volkshochschule AUGSBURG
Willy-Brandt-Platz 3a 86153 Augsburg
5.12. Apian-Gymnasium INGOLSTADT Vortrag und Ausstellungseröffnung
6.12 Gymnasium Ottobrunn OTTOBRUNN Vortrag und Ausstellungseröffnung
7.12 Pater-Ruppert-Mayer Gymnasium PULLACH MÜNCHEN
8.12 Gymnasium SCHROBENHAUSEN
Montag, 11. Juli 2011
Freitag, 8. Juli 2011
Beitrag Folha do Sao Paulo, Brasilien. Nota en un periódico de Brasil. Folha do Sao Paulo
A GUERRA SCHINDLER
Herdeira argentina tenta impedir leilão de documento histórico do Holocausto, que tem um de seus originais ofertado em site dos EUA
LUCAS FERRAZ
DE BUENOS AIRES
Virou briga na Justiça o leilão de um original da lista de Schindler, documento da Segunda Guerra Mundial (1939-45) com o nome de 1.200 judeus salvos do Holocausto.
Produzida pelo casal Oskar e Emilie Schindler, a lista é oferecida por US$ 3 milhões (R$ 4,6 milhões) no site americano www.momentsintime.com. A argentina Erika Rosenberg, uma das cinco herdeiras de Emilie, tenta impedir a venda.
"Oskar e Emilie morreram pobres, e queriam que esses documentos fossem para museus. É triste ver a lista sendo comercializada por milhões. A briga não é por dinheiro, é por justiça histórica", disse ela à Folha.
O Yad Vashem, memorial do Holocausto em Israel, defende que "documentos relativos ao massacre dos judeus, que têm valor moral e histórico, não devam ser comercializados". O vendedor é o colecionador americano Gary Zimet. Segundo ele diz na internet, "a única lista de Schindler à venda" pertenceu a Itzhak Stern, contador que trabalhou para Schindler. Stern morreu em Israel, em 1969.
O leilão chegou a ser suspenso por alguns meses no ano passado por causa de uma ação da herdeira na Justiça de Nova York, mas Erika, 60, perdeu a primeira batalha nos tribunais.
Agora, para tentar impedir a venda, seu advogado, Fernando Koatz, estuda recorrer a um tribunal internacional.
A Folha não conseguiu contato com Zimet em seu escritório em Nova York. Ele também não respondeu e-mail enviado pela reportagem. A lista segue ofertada no site da "Moments in Time".
Filha de alemães que fugiram para a Argentina na década de 1940, Erika conheceu Emilie Schindler nos anos 1990, em Buenos Aires.
Os Schindler se mudaram para a cidade, saindo da Alemanha, em 1949.
Oskar se separou de Emilie e retornou em 1957 à Alemanha, onde morreu em 1974. Emilie continuou vivendo na Argentina, até meses antes de sua morte, em 2001, na Alemanha. Sem filhos, ela escolheu Erika como uma de suas herdeiras.
Erika suspeita que a lista leiloada por Zimet possa ter sido extraviada dos arquivos do Yad Vashem.
Ela disse ter pedido informações ao museu, mas não recebeu resposta.
À Folha, o Yad Vashem afirmou: "[As listas] estão em exibição on-line e no museu da história do Holocausto, onde milhões de pessoas podem vê-las anualmente. Como documento de valor histórico, a preservação das listas garante para as próximas gerações as evidências do Holocausto".
Estima-se que 6 milhões de judeus tenham sido mortos no Holocausto. Os Schindler elaboraram a lista em duas ocasiões: uma em agosto de 1944 e outra em abril de 1945.
Sua história inspirou "A Lista de Schindler" (1993), longa de Steven Spielberg que foi sucesso mundial e venceu sete Oscars.
Herdeira argentina tenta impedir leilão de documento histórico do Holocausto, que tem um de seus originais ofertado em site dos EUA
LUCAS FERRAZ
DE BUENOS AIRES
Virou briga na Justiça o leilão de um original da lista de Schindler, documento da Segunda Guerra Mundial (1939-45) com o nome de 1.200 judeus salvos do Holocausto.
Produzida pelo casal Oskar e Emilie Schindler, a lista é oferecida por US$ 3 milhões (R$ 4,6 milhões) no site americano www.momentsintime.com. A argentina Erika Rosenberg, uma das cinco herdeiras de Emilie, tenta impedir a venda.
"Oskar e Emilie morreram pobres, e queriam que esses documentos fossem para museus. É triste ver a lista sendo comercializada por milhões. A briga não é por dinheiro, é por justiça histórica", disse ela à Folha.
O Yad Vashem, memorial do Holocausto em Israel, defende que "documentos relativos ao massacre dos judeus, que têm valor moral e histórico, não devam ser comercializados". O vendedor é o colecionador americano Gary Zimet. Segundo ele diz na internet, "a única lista de Schindler à venda" pertenceu a Itzhak Stern, contador que trabalhou para Schindler. Stern morreu em Israel, em 1969.
O leilão chegou a ser suspenso por alguns meses no ano passado por causa de uma ação da herdeira na Justiça de Nova York, mas Erika, 60, perdeu a primeira batalha nos tribunais.
Agora, para tentar impedir a venda, seu advogado, Fernando Koatz, estuda recorrer a um tribunal internacional.
A Folha não conseguiu contato com Zimet em seu escritório em Nova York. Ele também não respondeu e-mail enviado pela reportagem. A lista segue ofertada no site da "Moments in Time".
Filha de alemães que fugiram para a Argentina na década de 1940, Erika conheceu Emilie Schindler nos anos 1990, em Buenos Aires.
Os Schindler se mudaram para a cidade, saindo da Alemanha, em 1949.
Oskar se separou de Emilie e retornou em 1957 à Alemanha, onde morreu em 1974. Emilie continuou vivendo na Argentina, até meses antes de sua morte, em 2001, na Alemanha. Sem filhos, ela escolheu Erika como uma de suas herdeiras.
Erika suspeita que a lista leiloada por Zimet possa ter sido extraviada dos arquivos do Yad Vashem.
Ela disse ter pedido informações ao museu, mas não recebeu resposta.
À Folha, o Yad Vashem afirmou: "[As listas] estão em exibição on-line e no museu da história do Holocausto, onde milhões de pessoas podem vê-las anualmente. Como documento de valor histórico, a preservação das listas garante para as próximas gerações as evidências do Holocausto".
Estima-se que 6 milhões de judeus tenham sido mortos no Holocausto. Os Schindler elaboraram a lista em duas ocasiões: uma em agosto de 1944 e outra em abril de 1945.
Sua história inspirou "A Lista de Schindler" (1993), longa de Steven Spielberg que foi sucesso mundial e venceu sete Oscars.
Freitag, 24. Juni 2011
Überlegungen an einem 24.Juni. . .
Genau vor einem Jahr beging ich meinen 59. Geburtstag. Mir scheint heute, es wäre gestern gewesen, aber viel Wasser floß unter den Brücken. Es ist viel passiert! Und man wird ein Jahr älter und wenn man vom Projekt ins Projekt springt, merkt sich auch nicht wie schnell die Zeit verging.
Nun ziehe ich Bilanz: Es war ein sehr interessantes aber auch kompliziertes Jahr, denn die Projekte mit der FES, mit Pirna, mit Krakau, Kreisau, Spanien, Deutschland und selbst das Buch über das Leben und Werk von Wilhelm Lehmann ließen mich keine freie Minute. Dazu kamen die anderen Kämpfe: Es ging um die Versteigerung der Schindlers Liste in NY, um die nicht Anerkennung meiner Rechte über den Schindlers Koffer samt Dokumenten seitens Yad Vashems. . . darum ringe ich immer noch, obwohl ich weiß Yad Vashem ist ein Koloß, jedoch bange ich mich nicht davor!
Es war und es ist ein kompliziertes Jahr gewesen, in dem ich nicht nur körperlich älter wurde, aber nicht geistig und selig, denn ich fühle mich immer noch vital und einsatzbereit, egal was es kommen soll, ich bin auch dadurch gestärkt, denn laut dem Spruch: Was einen nicht tötet, stärkt es doppelt.
Ja, ich ziehe Bilanz und was auf mich noch wartet, ist es auch schwierig und mühsam. Ich werde diesen steilen Weg gehen und versuchen nicht auszurutschen. Vor mir steht noch die Publikation meines Werkes "Schindlers Helfer", eine Art ultimative, hochinteressante und aussagekräftige Recherche, die mich seit 21 Jahren beschäftigt. Und vor mir steht noch eine lange Vortragsreihe. Alle Herausforderungen in meinem Leben, die mich wach, lebendig und aktiv halten.
Keinesfalls fühle ich mich schlapp oder müde trotz meines 60. Geburtstag. Ich wünsche mir und meinen Lieben, meinem treuen Mann José Rosenberg nur Gesundheit . Mehr wünsche ich mir nicht, denn anspruchsvoll war ich nie. Das hatte ich in dem Krisenland Argentinien, wo ich lebe , schon von Kindesgebeinen lernen müssen.
Heute hebe ich feierlich mein Glas und danke Gott, dass ich noch lebe!
Hace exactamente un anio festejé mi cumpleanios. Mirando en forma restropectiva me parece que hubiese sido ayer. Pero ha corrido tanta agua bajo los puentes. Ha sido un anio muy interesante pero sumamente complicado, versado de proyectos, de libros, de escrituras, notas periodísticas. Tuve que terminar mi libro sobre la vida de Guillermo Lehmann en dos idiomas, continuar con mis investigaciones sobre los Colaboradores de Schindler, escribir textos didácticos y pedagógicos para mis proyectos con el Consulado General Alemán de Cracovia respecto a la formación docente, para la ciudad de Pirna, en donde debo dar mis seminarios, para Kreisau, en Polonia, para Espania, para Alemania, Austria. . . y además no olvidemos la lucha que he tenido por la subasta de la famosta Lista de Schindler, en dónde no solo el Juez falló en mi contra, sinó que también a favor de un estafador. . . Hu, hu, que anio duro. Mi lucha aún continúa con Yad Vashem para me reconozcan mis derechos intelectuales sobre la documentación de la famosa valija. Semana por semana , y muy pacientemente le escribo al director de Yad Vashem Sr. Nathan Eitan para que reconozca por lo que lucho. Durante dos anios no obtuve respuesta alguna, recién ahora comenzó a intercambiar algunos mails conmigo. Pero todo mi esfuerzo es infructuoso. Sé que Yad Vashem es un coloso, pero aún que sea el Coloso de Rhodas no le temo y lo enfrento yo sola con mi verdad. Soy soberana y libre y esto me enriquece inmensamente.
Esta semana he tenido varios logros importantes se ha cristalizado mi proyecto con la Fundación Friedrich Ebert de Regensburg. Este es un tema muy importante en mi vida que me dá aún más fuerza para seguir adelante.
En este anio que ha transcurrido me he vuelto biologicamente más senecta, pero para nada en lo espiritual y creativo. Aún sigo interesándome por todo, todo me agrada y me parece importante para convertirlo en proyectos.
Lo único que pido es SALUD para mí y los que me rodean. Para mi fiel companiero de tantos anios Dr. José Rosenberg, que siempre está a mi lado dándome aliento en los momentos más difíciles.
Elevo mi copa y brindo emocionada por este nuevo anio de vida y agradezco a Dios por todo lo que me ha dado y sigue dando!
Nun ziehe ich Bilanz: Es war ein sehr interessantes aber auch kompliziertes Jahr, denn die Projekte mit der FES, mit Pirna, mit Krakau, Kreisau, Spanien, Deutschland und selbst das Buch über das Leben und Werk von Wilhelm Lehmann ließen mich keine freie Minute. Dazu kamen die anderen Kämpfe: Es ging um die Versteigerung der Schindlers Liste in NY, um die nicht Anerkennung meiner Rechte über den Schindlers Koffer samt Dokumenten seitens Yad Vashems. . . darum ringe ich immer noch, obwohl ich weiß Yad Vashem ist ein Koloß, jedoch bange ich mich nicht davor!
Es war und es ist ein kompliziertes Jahr gewesen, in dem ich nicht nur körperlich älter wurde, aber nicht geistig und selig, denn ich fühle mich immer noch vital und einsatzbereit, egal was es kommen soll, ich bin auch dadurch gestärkt, denn laut dem Spruch: Was einen nicht tötet, stärkt es doppelt.
Ja, ich ziehe Bilanz und was auf mich noch wartet, ist es auch schwierig und mühsam. Ich werde diesen steilen Weg gehen und versuchen nicht auszurutschen. Vor mir steht noch die Publikation meines Werkes "Schindlers Helfer", eine Art ultimative, hochinteressante und aussagekräftige Recherche, die mich seit 21 Jahren beschäftigt. Und vor mir steht noch eine lange Vortragsreihe. Alle Herausforderungen in meinem Leben, die mich wach, lebendig und aktiv halten.
Keinesfalls fühle ich mich schlapp oder müde trotz meines 60. Geburtstag. Ich wünsche mir und meinen Lieben, meinem treuen Mann José Rosenberg nur Gesundheit . Mehr wünsche ich mir nicht, denn anspruchsvoll war ich nie. Das hatte ich in dem Krisenland Argentinien, wo ich lebe , schon von Kindesgebeinen lernen müssen.
Heute hebe ich feierlich mein Glas und danke Gott, dass ich noch lebe!
Hace exactamente un anio festejé mi cumpleanios. Mirando en forma restropectiva me parece que hubiese sido ayer. Pero ha corrido tanta agua bajo los puentes. Ha sido un anio muy interesante pero sumamente complicado, versado de proyectos, de libros, de escrituras, notas periodísticas. Tuve que terminar mi libro sobre la vida de Guillermo Lehmann en dos idiomas, continuar con mis investigaciones sobre los Colaboradores de Schindler, escribir textos didácticos y pedagógicos para mis proyectos con el Consulado General Alemán de Cracovia respecto a la formación docente, para la ciudad de Pirna, en donde debo dar mis seminarios, para Kreisau, en Polonia, para Espania, para Alemania, Austria. . . y además no olvidemos la lucha que he tenido por la subasta de la famosta Lista de Schindler, en dónde no solo el Juez falló en mi contra, sinó que también a favor de un estafador. . . Hu, hu, que anio duro. Mi lucha aún continúa con Yad Vashem para me reconozcan mis derechos intelectuales sobre la documentación de la famosa valija. Semana por semana , y muy pacientemente le escribo al director de Yad Vashem Sr. Nathan Eitan para que reconozca por lo que lucho. Durante dos anios no obtuve respuesta alguna, recién ahora comenzó a intercambiar algunos mails conmigo. Pero todo mi esfuerzo es infructuoso. Sé que Yad Vashem es un coloso, pero aún que sea el Coloso de Rhodas no le temo y lo enfrento yo sola con mi verdad. Soy soberana y libre y esto me enriquece inmensamente.
Esta semana he tenido varios logros importantes se ha cristalizado mi proyecto con la Fundación Friedrich Ebert de Regensburg. Este es un tema muy importante en mi vida que me dá aún más fuerza para seguir adelante.
En este anio que ha transcurrido me he vuelto biologicamente más senecta, pero para nada en lo espiritual y creativo. Aún sigo interesándome por todo, todo me agrada y me parece importante para convertirlo en proyectos.
Lo único que pido es SALUD para mí y los que me rodean. Para mi fiel companiero de tantos anios Dr. José Rosenberg, que siempre está a mi lado dándome aliento en los momentos más difíciles.
Elevo mi copa y brindo emocionada por este nuevo anio de vida y agradezco a Dios por todo lo que me ha dado y sigue dando!
Dienstag, 21. Juni 2011
Die Else-Lasker-Schüler Gesellschaft und die Bergische VHS
Schindlers Witwe:
„Ich, Emilie Schindler –
Erinnerungen einer Unbeugsamen ...“
Vortrag: Erika Rosenberg, Argentinien
Weltweit bekannt wurden Oskar und Emilie Schindler durch Steven Spiel-bergs Film „Schindlers Liste“. Die Referentin Prof. Erika Rosenberg wurde 1951 als Tochter deutsch-jüdischer Einwanderer in Buenos Aires geboren. Neben ihrer Tätigkeit im argentinischen Auswärtigen Amt ist sie auch Übersetzerin, Autorin und Herausgeberin von mehreren Büchern.1990 lernte sie Emilie Schindler kennen, die nach dem Krieg jahrzehntelang fast völlig ver-gessen und verarmt in Argentinien lebte.
Emilie Schindlers Lebensgeschichte und der mutige Einsatz des Ehepaares Schindler bei der Rettung von mehr als 1.200 Juden vor dem sicheren Tod bewegten Erika Rosenberg sehr. So entschied sie sich 1997 eine Biographie über Emilie Schindler und im Jahre 2001 eine solche über Oskar Schindler zu verfassen, basierend auf 70 Stunden Tonbandaufnahmen.
Seit dem Tod Emilie Schindlers am 5. Oktober 2001 liegt es Prof. Rosenberg am Herzen, die Erinnerungen an die Schindlers und besonders an Emilie wachzuhalten. Aus diesem Wunsch heraus entwickelte sich die Idee einer alljährlich stattfindenden Lesereise „Ich, Emilie Schindler – Erinnerungen einer Unbeugsamen ...“
Stationen waren im Jahre 2010 unter anderem Deutschland, Österreich, Tschechien und Polen.
Es ist notwendig, die Zeit des Nationalsozialismus nicht zu vergessen, da die Erinnerung an das damalige Geschehen immer mehr verblasst. Erika Rosenberg berichtet aus erster Hand über die Schindlers, die in die Geschichte eingegangen sind, in Israel geehrt als „Gerechte unter den Völkern“.
Zeit: Mittwoch, 20. September 2011, 19.00 Uhr
Ort: Café Leo in der Bergischen VHS,
Wuppertal-Barmen, Bachstr.15
„Ich, Emilie Schindler –
Erinnerungen einer Unbeugsamen ...“
Vortrag: Erika Rosenberg, Argentinien
Weltweit bekannt wurden Oskar und Emilie Schindler durch Steven Spiel-bergs Film „Schindlers Liste“. Die Referentin Prof. Erika Rosenberg wurde 1951 als Tochter deutsch-jüdischer Einwanderer in Buenos Aires geboren. Neben ihrer Tätigkeit im argentinischen Auswärtigen Amt ist sie auch Übersetzerin, Autorin und Herausgeberin von mehreren Büchern.1990 lernte sie Emilie Schindler kennen, die nach dem Krieg jahrzehntelang fast völlig ver-gessen und verarmt in Argentinien lebte.
Emilie Schindlers Lebensgeschichte und der mutige Einsatz des Ehepaares Schindler bei der Rettung von mehr als 1.200 Juden vor dem sicheren Tod bewegten Erika Rosenberg sehr. So entschied sie sich 1997 eine Biographie über Emilie Schindler und im Jahre 2001 eine solche über Oskar Schindler zu verfassen, basierend auf 70 Stunden Tonbandaufnahmen.
Seit dem Tod Emilie Schindlers am 5. Oktober 2001 liegt es Prof. Rosenberg am Herzen, die Erinnerungen an die Schindlers und besonders an Emilie wachzuhalten. Aus diesem Wunsch heraus entwickelte sich die Idee einer alljährlich stattfindenden Lesereise „Ich, Emilie Schindler – Erinnerungen einer Unbeugsamen ...“
Stationen waren im Jahre 2010 unter anderem Deutschland, Österreich, Tschechien und Polen.
Es ist notwendig, die Zeit des Nationalsozialismus nicht zu vergessen, da die Erinnerung an das damalige Geschehen immer mehr verblasst. Erika Rosenberg berichtet aus erster Hand über die Schindlers, die in die Geschichte eingegangen sind, in Israel geehrt als „Gerechte unter den Völkern“.
Zeit: Mittwoch, 20. September 2011, 19.00 Uhr
Ort: Café Leo in der Bergischen VHS,
Wuppertal-Barmen, Bachstr.15
Sonntag, 19. Juni 2011
Vom Paulus zum Saulus. Über Mietek Pempers Tod
Leserbriefe Argentinisches Tageblatt
Von Prof. ERIKA ROSENBERG- BAND
Biographin von Emilie und Oskar Schindler
erosenberg@interlink.com.ar
Vom Paulus zum Saulus
Mit großer Überraschung las ich die DPA Nachricht „Schindler Helfer ist tot“. Wenn man die Geschichte und ihre Hintergründe nicht kennt, nimmt sie als wahr. Ich habe Respekt vor dem Tod und auch vor Mietek Pemper, der 544 Tage Schreiber bei dem berüchtigten und sadistischen Lagerkommandant von Plaszow Amon Goeth war, muss ich jedoch eine historische und wichtige Korrektur machen.
Pemper war nie in der Emailwarenfabrik von Schindler und viel weniger zuständig für die Rettung der Juden, obwohl er es so in seinem im Jahr 2005 veröffentlichten Buch „Der rettende Weg“ nachzuweisen versucht. Wenn jemand sich noch den Horror des Nationalsozialismus vorstellen kann, kann auch gleich wissen, dass einem Juden verboten war, mit einem „Herrn Direktor“ einer Fabrik zu sprechen und wenig wahrscheinlich ihm sogar die Idee der Rettung gegeben zu haben. Das ist, was Pemper in seinem Buch behauptet. Wenn man das Buch liest, und ich habe es gelesen, Pemper habe die Juden gerettet und nicht Oskar und Emilie Schindler.
Es ist sehr schleierhaft, dass in einem 1964 vom Pemper an Oskar gerichteten Brief, schreibt er: Er sei nicht imstande ihm zu helfen, denn erinnere sich an nichts. . .
Oskar hatte ihn darum gebeten, sich in Frankfurt zu treffen und manche Erinnerungen an Goeth zwecks eines Films für MGM gemeinsam aufzufrischen . Pemper verweigerte Schindler jede Hilfe.
Nun zur Liste: Die Liste hatte ein gewisser Marcel Goldman erstellt, Itzak Stern, der Buchalter der Fabrik und treuer Helfer von Oskar und Emilie hat die Liste mit Namen, Geburts- und arbeitsangaben getippt. Interessant scheint zu sein, dass als Oskar 1974 starb, blieb Pemper als wichtiger Zeitzeuge über die Thematik „Schindler“. Er hielt gut bezahlte Vorträge an Schulen, Universitäten und anscheinend „wollte“ er sich dann doch, nach Schindlers Tod, an die Geschichte erinnern. Die Bundesrepublik zeichnete Pemper sogar mit dem Bundesverdienstkreuz aus.
Mir kommt es vor als ob sich Schindler von Saulus zum Paulus wandelte und Pemper vom Paulus zum Saulus.
Vgl. Geschichte, die wie Saulus sich zum Paulus wandelte.
Artículo para Mundo Israelita
Sobre una corrección histórica de los hechos. La Lista de Schindlers y sus muchos “autores”
Por la Prof. ERIKA ROSENBERG-BAND
Mis padres fieles practicantes de los preceptos talmúdicos me educaron a buscar en mi camino siempre la verdad.
Mi madre se jactaba con orgullo de pertenecer a una familia de los Cohanem. Mi padre y mis abuelos en Berlin tambien observaban el Shabat y de no haber sido por la llegada del nacionalsocialismo no hubiese mi padre emigrado a Paraguay primero y luego en forma ilegal venido a la Argentina. Ya sin las mismas creencias religiosas que caracterizaban a su familia judía tan tradicional en Berlin. Pero aún así en esta Diáspora Argentina me enseniaron los preceptos morales más importantes que forman la columna de la dignidad , la moral y la grandeza humana.Y es por ello que en este eterno aprendizaje diario trato de mejorarme con todas mis fuerzas. Ese es el legado que pretendo dejar a mi hijo y mis nietos. Está en ellos tomarlo ó dejarlo.
No mentirás! Y aprendí a no mentir y fue tal vez esa máxima junto a las otras tantas que aún hoy bien recuerdo que me llevaron a investigar siempre sobre la verdad. Por supuesto hay verdades objetivas y subjetivas. Pero de la que quiero hablar hoy es realmente objetiva.
Los otros días circulaba una noticia en la prensa y medios televisivos internaciales. “Mietek Pemper, el hombre que ayudó a Schindler a salvar a los judíos. . . falleció a los 91 anios en Augsburg”.
Haciendo un poco de historia deseo relatar que Pemper era un prisionero de los Nazis por ser el mismo judío, que había nacido en Cracovia y que fue llevado al Campo de Trabajo de Plaszow cuyo comandante era el sádico Amon Goeth. El Campo de Plaszow quedaba muy cerca de la fábrica de Oskar Schindler cita en la Lipowa Straße 4. Oskar Schindler tomaba sus obreros del campo para que realizaran el trabajo en su fábrica de esmaltado. En el anio 1941 compró una fábrica aledania para la producción de armamentos y en ese mismo momento convenció a Goeth y a otros jerarcas de que le permitieran construir barracas para que sus obreros judíos viviesen directamente en la fábrica. Fue así que los judíos accedieron a una mejor calidad humana de vida.
Muchos han visto la película la Lista de Schindler, una producción cinematográfica hollywoodense excelente pero que dista sideralmente de una documental y mucho más de toda la verdad, tal cual me la relató Emilie Schindler en los anios que la entrevisté y me ocupé de ella, 1990-2001- ya que vivía en total abandono y olvido.
Bueno, volvamos a Pemper. Pemper no trabajó nunca en la fábrica de Schindler. El fue el escribiente de Goeth durante 544 días. Para él evidentemente una eternidad visto y considerando el sadismo de Goeth, que mataba a los prisioneros solo por placer.
En agosto de 1944 decide Berlin cerrar el campo de trabajo de Plaszow y enviar a todos los judíos a Auschwitz. Y es aquí en donde Oskar y Emilie Schindler actuan valerosamente luchando por mudar la fábrica con todo “su personal” a Brünnlitz en la Checoslovaquia. Para esto se necesitaba una lista, en dónde estuviesen todos los datos de los judíos (en su mayor parte estos datos estaban falsificados, sobre todo las edades, puesto que quien tuviese más de 50 anios ó menos de 14 anios no podían integrar la lista). Dicha Lista de Schindler la elaboró un tal Marcel Goldman, quien sacó un provecho de cada uno, ya sea en dinero , joyas. Uds. Se preguntarán como disponían los judíos en esta fábrica de dinero o joyas. Antes de ser apresados corrían rumores de lo que sucedería y fue entonces cuando aquellos que eran adinerados, enterraron en sus jardines ó en sus casas todo lo que tenían, ya que pensaban que cuando pasara la guerra podían volver y recuperarlo nuevamente. Goldman exigió de casi todos que les contasen el lugar del escondite de las pequenias o grandes fortunas. Sin saber nada de esto Schindler aceptó la lista con los nombres que luego fue tipeada por Itzak Stern, el contador de la fábrica. Itzak Stern fue el único judío que colaboró con Schindler dentro de la fábrica y estuvo tanto durante la guerra como después fielmente al lado de Oskar y Emilie. Stern emigró en junio de 1945 a Israel, en dónde falleció en 1969.Siempre trató de ayudar a los Schindler dentro de sus posibilidades. Otro colaborador judío fue el Dr. Bejsky que llegó a ser Juez de la Corte Suprema en Tel-Aviv.
Pero que hizo Pemper? Porqué se le adjudica algo que nunca hizo? Lamento que sea yo la que hace corrección histórica, pero sinó quien sería. No me gusta mansillar el nombre de muertos pero me veo en la obligación de contar la verdad, tal cual la sé de su principal actora: Emilie Schindler.
Al fallecer Emilie en Alemania participé también al Sr. Pemper , el que vino al entierro acompaniado por el embajador israelí. No solo no me saludó, sinó que tampoco me preguntó quien se hacía cargo financieramente de las exequias de Emilie, pero cuando se trató de dar un discurso de despedida a Emilie en una pequenia capilla del cementerio de la ciudad de Waldkraiburg, fue Pemper el primero que se paró frente al micrófono, sacó unas hojas de su bolsillo y comenzó con su discurso.Demás está decir que todos los medios se encontraban allí: Emisoras, periódicos, televisión.
Durante muchos anios Pemper visitó escuelas, universidades y hasta fue premiado por el gobierno alemán con la Orden de la Cruz al Mérito. El cobraba por cada una de sus conferencias. Esto no hubiese sido lo más relevante del hecho. Lo más relevante fue la publicación de su libro “Der rettende Weg” (El camino salvador), en dónde el cuenta “su versión” de los hechos y en dónde figura como que el le hubiese dado a Schindler la idea del salvataje de los 1200 judíos. Quien puede pensar que en la época del Nacionalsocialismo un judío podía llegar a dar ideas ó bien a hablar con un director de fábrica nazi? Pero bueno esta versión no podía ser comprobada ya que Emilie y Oskar estaban muertos. Fue entonces cuando lo llamé para hacerle una entrevista en Augsburg.
Obviamente yo ya había leido el libro y organicé las preguntas. Quedamos en encontarnos a las 15 hs. en la estación. El vino acompaniado de una Sra. de apellido Richter que era maestra de alemán en la Comunidad Judía de Munich. Ella enseniaba alemán a los rusos y ucranianos que había llegado a Alemania. Cuando saqué mis notas, mi grabador y mi cámara, dijo la Sra. Richter: No, nada de eso. El Sr. Pemper le contará la historia pero Ud. no puede preguntar, ni sacar fotos, ni grabar la entrevista. Luego de unos minutos comenzó Pemper a recitar su historia de memoria. Eran percibibles hasta las comas y puntos de sus oraciones que yo no debía interrumpir. Pero en un momento así lo hice. Los ojos de un azul intenso de la Sra. Richter parecieron atravesarme. Pemper sofocado, volvió a retomar la última oración y arrancó de nuevo. Fue allí en donde me di cuenta del sainete. Lo único que tengo de aquella “entrevista” que duró apenas 40 minutos, es una dedicatoria en el libro.
Lo que Pemper no sabía, ni tampo la Sra. Richter que pretendía dominar la situación con su mirada gélida y sus palabras mordaces, era que yo tenía copia de cartas de los anios de 1964 de Pemper a Schindler. Schindler le había pedido ayuda a Pemper para que le relatase algunas de las vivencias con Goeth, la finalidad era hacer una película con MGM, pero oh sopresa! Pemper se la niega aduciendo que el no se recuerda de nada y que no está dispuesto a ayudarlo, que se dirija a otros Schindleritas (eran los judíos salvados por Schindler) que estos muy gustosos lo iban a ayudar. En una palabra le negó la ayuda a quien lo había salvado. Hay un dicho de Saulo a Paulo, pero aquí lo tenemos a la inversa de Paulo a Saulo. Pemper se había convertido de Paulo en Saulo!
Pero al morir Schindler y luego Emilie tomó cartas en el asunto para convertirse en el testigo ocular e histórico más importante de Alemania. Se convirtió en un hombre de consulta acerca de la temática Schindler y hasta publicó un libro.
Mis padres también me enseniaron que a los muertos se los debe dejar descansar en paz, pero Pemper no lo hizo con los Schindler y yo debo hacer esta humilde corrección histórica.
Al comienzo de esta nota he dicho que persigo la verdad y que mi intención es la de mejorarme cada día aunque sea un poquito más. Si así lo tratamos todos tendremos un mundo mejor!!!
Comparar la historia de como Saulo se convirtió en Paulo!
Prof. ERIKA ROSENBERG –BAND
Biógrafa de Emilie y Oskar Schindler
Von Prof. ERIKA ROSENBERG- BAND
Biographin von Emilie und Oskar Schindler
erosenberg@interlink.com.ar
Vom Paulus zum Saulus
Mit großer Überraschung las ich die DPA Nachricht „Schindler Helfer ist tot“. Wenn man die Geschichte und ihre Hintergründe nicht kennt, nimmt sie als wahr. Ich habe Respekt vor dem Tod und auch vor Mietek Pemper, der 544 Tage Schreiber bei dem berüchtigten und sadistischen Lagerkommandant von Plaszow Amon Goeth war, muss ich jedoch eine historische und wichtige Korrektur machen.
Pemper war nie in der Emailwarenfabrik von Schindler und viel weniger zuständig für die Rettung der Juden, obwohl er es so in seinem im Jahr 2005 veröffentlichten Buch „Der rettende Weg“ nachzuweisen versucht. Wenn jemand sich noch den Horror des Nationalsozialismus vorstellen kann, kann auch gleich wissen, dass einem Juden verboten war, mit einem „Herrn Direktor“ einer Fabrik zu sprechen und wenig wahrscheinlich ihm sogar die Idee der Rettung gegeben zu haben. Das ist, was Pemper in seinem Buch behauptet. Wenn man das Buch liest, und ich habe es gelesen, Pemper habe die Juden gerettet und nicht Oskar und Emilie Schindler.
Es ist sehr schleierhaft, dass in einem 1964 vom Pemper an Oskar gerichteten Brief, schreibt er: Er sei nicht imstande ihm zu helfen, denn erinnere sich an nichts. . .
Oskar hatte ihn darum gebeten, sich in Frankfurt zu treffen und manche Erinnerungen an Goeth zwecks eines Films für MGM gemeinsam aufzufrischen . Pemper verweigerte Schindler jede Hilfe.
Nun zur Liste: Die Liste hatte ein gewisser Marcel Goldman erstellt, Itzak Stern, der Buchalter der Fabrik und treuer Helfer von Oskar und Emilie hat die Liste mit Namen, Geburts- und arbeitsangaben getippt. Interessant scheint zu sein, dass als Oskar 1974 starb, blieb Pemper als wichtiger Zeitzeuge über die Thematik „Schindler“. Er hielt gut bezahlte Vorträge an Schulen, Universitäten und anscheinend „wollte“ er sich dann doch, nach Schindlers Tod, an die Geschichte erinnern. Die Bundesrepublik zeichnete Pemper sogar mit dem Bundesverdienstkreuz aus.
Mir kommt es vor als ob sich Schindler von Saulus zum Paulus wandelte und Pemper vom Paulus zum Saulus.
Vgl. Geschichte, die wie Saulus sich zum Paulus wandelte.
Artículo para Mundo Israelita
Sobre una corrección histórica de los hechos. La Lista de Schindlers y sus muchos “autores”
Por la Prof. ERIKA ROSENBERG-BAND
Mis padres fieles practicantes de los preceptos talmúdicos me educaron a buscar en mi camino siempre la verdad.
Mi madre se jactaba con orgullo de pertenecer a una familia de los Cohanem. Mi padre y mis abuelos en Berlin tambien observaban el Shabat y de no haber sido por la llegada del nacionalsocialismo no hubiese mi padre emigrado a Paraguay primero y luego en forma ilegal venido a la Argentina. Ya sin las mismas creencias religiosas que caracterizaban a su familia judía tan tradicional en Berlin. Pero aún así en esta Diáspora Argentina me enseniaron los preceptos morales más importantes que forman la columna de la dignidad , la moral y la grandeza humana.Y es por ello que en este eterno aprendizaje diario trato de mejorarme con todas mis fuerzas. Ese es el legado que pretendo dejar a mi hijo y mis nietos. Está en ellos tomarlo ó dejarlo.
No mentirás! Y aprendí a no mentir y fue tal vez esa máxima junto a las otras tantas que aún hoy bien recuerdo que me llevaron a investigar siempre sobre la verdad. Por supuesto hay verdades objetivas y subjetivas. Pero de la que quiero hablar hoy es realmente objetiva.
Los otros días circulaba una noticia en la prensa y medios televisivos internaciales. “Mietek Pemper, el hombre que ayudó a Schindler a salvar a los judíos. . . falleció a los 91 anios en Augsburg”.
Haciendo un poco de historia deseo relatar que Pemper era un prisionero de los Nazis por ser el mismo judío, que había nacido en Cracovia y que fue llevado al Campo de Trabajo de Plaszow cuyo comandante era el sádico Amon Goeth. El Campo de Plaszow quedaba muy cerca de la fábrica de Oskar Schindler cita en la Lipowa Straße 4. Oskar Schindler tomaba sus obreros del campo para que realizaran el trabajo en su fábrica de esmaltado. En el anio 1941 compró una fábrica aledania para la producción de armamentos y en ese mismo momento convenció a Goeth y a otros jerarcas de que le permitieran construir barracas para que sus obreros judíos viviesen directamente en la fábrica. Fue así que los judíos accedieron a una mejor calidad humana de vida.
Muchos han visto la película la Lista de Schindler, una producción cinematográfica hollywoodense excelente pero que dista sideralmente de una documental y mucho más de toda la verdad, tal cual me la relató Emilie Schindler en los anios que la entrevisté y me ocupé de ella, 1990-2001- ya que vivía en total abandono y olvido.
Bueno, volvamos a Pemper. Pemper no trabajó nunca en la fábrica de Schindler. El fue el escribiente de Goeth durante 544 días. Para él evidentemente una eternidad visto y considerando el sadismo de Goeth, que mataba a los prisioneros solo por placer.
En agosto de 1944 decide Berlin cerrar el campo de trabajo de Plaszow y enviar a todos los judíos a Auschwitz. Y es aquí en donde Oskar y Emilie Schindler actuan valerosamente luchando por mudar la fábrica con todo “su personal” a Brünnlitz en la Checoslovaquia. Para esto se necesitaba una lista, en dónde estuviesen todos los datos de los judíos (en su mayor parte estos datos estaban falsificados, sobre todo las edades, puesto que quien tuviese más de 50 anios ó menos de 14 anios no podían integrar la lista). Dicha Lista de Schindler la elaboró un tal Marcel Goldman, quien sacó un provecho de cada uno, ya sea en dinero , joyas. Uds. Se preguntarán como disponían los judíos en esta fábrica de dinero o joyas. Antes de ser apresados corrían rumores de lo que sucedería y fue entonces cuando aquellos que eran adinerados, enterraron en sus jardines ó en sus casas todo lo que tenían, ya que pensaban que cuando pasara la guerra podían volver y recuperarlo nuevamente. Goldman exigió de casi todos que les contasen el lugar del escondite de las pequenias o grandes fortunas. Sin saber nada de esto Schindler aceptó la lista con los nombres que luego fue tipeada por Itzak Stern, el contador de la fábrica. Itzak Stern fue el único judío que colaboró con Schindler dentro de la fábrica y estuvo tanto durante la guerra como después fielmente al lado de Oskar y Emilie. Stern emigró en junio de 1945 a Israel, en dónde falleció en 1969.Siempre trató de ayudar a los Schindler dentro de sus posibilidades. Otro colaborador judío fue el Dr. Bejsky que llegó a ser Juez de la Corte Suprema en Tel-Aviv.
Pero que hizo Pemper? Porqué se le adjudica algo que nunca hizo? Lamento que sea yo la que hace corrección histórica, pero sinó quien sería. No me gusta mansillar el nombre de muertos pero me veo en la obligación de contar la verdad, tal cual la sé de su principal actora: Emilie Schindler.
Al fallecer Emilie en Alemania participé también al Sr. Pemper , el que vino al entierro acompaniado por el embajador israelí. No solo no me saludó, sinó que tampoco me preguntó quien se hacía cargo financieramente de las exequias de Emilie, pero cuando se trató de dar un discurso de despedida a Emilie en una pequenia capilla del cementerio de la ciudad de Waldkraiburg, fue Pemper el primero que se paró frente al micrófono, sacó unas hojas de su bolsillo y comenzó con su discurso.Demás está decir que todos los medios se encontraban allí: Emisoras, periódicos, televisión.
Durante muchos anios Pemper visitó escuelas, universidades y hasta fue premiado por el gobierno alemán con la Orden de la Cruz al Mérito. El cobraba por cada una de sus conferencias. Esto no hubiese sido lo más relevante del hecho. Lo más relevante fue la publicación de su libro “Der rettende Weg” (El camino salvador), en dónde el cuenta “su versión” de los hechos y en dónde figura como que el le hubiese dado a Schindler la idea del salvataje de los 1200 judíos. Quien puede pensar que en la época del Nacionalsocialismo un judío podía llegar a dar ideas ó bien a hablar con un director de fábrica nazi? Pero bueno esta versión no podía ser comprobada ya que Emilie y Oskar estaban muertos. Fue entonces cuando lo llamé para hacerle una entrevista en Augsburg.
Obviamente yo ya había leido el libro y organicé las preguntas. Quedamos en encontarnos a las 15 hs. en la estación. El vino acompaniado de una Sra. de apellido Richter que era maestra de alemán en la Comunidad Judía de Munich. Ella enseniaba alemán a los rusos y ucranianos que había llegado a Alemania. Cuando saqué mis notas, mi grabador y mi cámara, dijo la Sra. Richter: No, nada de eso. El Sr. Pemper le contará la historia pero Ud. no puede preguntar, ni sacar fotos, ni grabar la entrevista. Luego de unos minutos comenzó Pemper a recitar su historia de memoria. Eran percibibles hasta las comas y puntos de sus oraciones que yo no debía interrumpir. Pero en un momento así lo hice. Los ojos de un azul intenso de la Sra. Richter parecieron atravesarme. Pemper sofocado, volvió a retomar la última oración y arrancó de nuevo. Fue allí en donde me di cuenta del sainete. Lo único que tengo de aquella “entrevista” que duró apenas 40 minutos, es una dedicatoria en el libro.
Lo que Pemper no sabía, ni tampo la Sra. Richter que pretendía dominar la situación con su mirada gélida y sus palabras mordaces, era que yo tenía copia de cartas de los anios de 1964 de Pemper a Schindler. Schindler le había pedido ayuda a Pemper para que le relatase algunas de las vivencias con Goeth, la finalidad era hacer una película con MGM, pero oh sopresa! Pemper se la niega aduciendo que el no se recuerda de nada y que no está dispuesto a ayudarlo, que se dirija a otros Schindleritas (eran los judíos salvados por Schindler) que estos muy gustosos lo iban a ayudar. En una palabra le negó la ayuda a quien lo había salvado. Hay un dicho de Saulo a Paulo, pero aquí lo tenemos a la inversa de Paulo a Saulo. Pemper se había convertido de Paulo en Saulo!
Pero al morir Schindler y luego Emilie tomó cartas en el asunto para convertirse en el testigo ocular e histórico más importante de Alemania. Se convirtió en un hombre de consulta acerca de la temática Schindler y hasta publicó un libro.
Mis padres también me enseniaron que a los muertos se los debe dejar descansar en paz, pero Pemper no lo hizo con los Schindler y yo debo hacer esta humilde corrección histórica.
Al comienzo de esta nota he dicho que persigo la verdad y que mi intención es la de mejorarme cada día aunque sea un poquito más. Si así lo tratamos todos tendremos un mundo mejor!!!
Comparar la historia de como Saulo se convirtió en Paulo!
Prof. ERIKA ROSENBERG –BAND
Biógrafa de Emilie y Oskar Schindler
Sonntag, 29. Mai 2011
Josecito feiert Geburtstag. Josecito festeja su cumple!
Nicht alle Tage feiert man groß. Auch nicht alle Jahre, aber wenn man 75 alt wird, ist das ein Superanlaß zusammen mit Familie und lieben Freunden zu feiern.
Es war ein wunderschöner Abend mit ganz heterogenen Gästen: von Psychoanalitikern, Rechtsanwälten, Wirtschaftsprüfern, Schwimmlehrern, Ärzten, Kindergärtnerinnen, Schülern, Sportlehrern, Unternehmern, Bademeistern sogar ein Bischof war dabei. Maggy O´Farrel, meine älteste Schülerin, sie lernt mit ihrem 83 Jahren noch Deutsch, war auch eingeladen und hat die lange Tafel mit ihrer Symphathie entzückt.
José war überglücklich umgeben von allen diesen Menschen und neben ihm saß unser Sohn Eric, seine Frau Myriam und Facundo (Facundo war sehr müde, daher fiel er bald nach dem ersten Gang in Morpheos Ärmen, er schlief ein).
No todos los días se festeja un cumple y no todos los anios se cumplen 75. Es por eso que decidimos festejar a lo grande. Tenemos una muy pequenia familia pero muchos, muchos amigos que queremos y nos quieren. A todos no se ha podido invitar, es por eso que ha sido una mesa totalmente heterogenea: désde psicoanalistas, pasando por médicos, abogados, maestros, profesores de natación, de gymnasia, empresarios, alumnos y hasta el obispo Rubén Frascia compartió nuestra mesa. Rubén es un gran amigo nuestro. Comenzó como alumno mío y terminamos siendo "hermanos". Maggy O´Farrel mi mejor alumna que con sus 83 anios tiene la gran valentía y voluntad de estudiar alemán.
La felicidad y alegria nuestra y de los invitados se reflejan en las siguientes fotos.
A la derecha de José vemos a nuestro hijo Eric, abogado tributariasta y contador, a su lado Facundo, que por cansancio luego del primer plato cayó en los brazos de Morfeo (Dios del suenio), Myriam, nuestra hija política (la palabra nuera no entra en nuestro vocabulario ya que tenemos una excelente relación, más bien parecida a la de una hija con su madre). Pronto aumentará la familia ya que Facu espera un hermanito, todos esperamos con mucha alegría la llegada de Matthias. . .
Esa noche los tres Pudeln Mamá Danza, Axel y Daphne quedaron en casa. Una lástima que por ser cuadrúpedos tengan la entrada vedada a muchos lados. Se debería mejor mirar el alma de estos animales, su ternura, su fidelidad, su amor y creo que con eso tendrían hasta las puertas del Cielo constantemente abiertas.
Muchas gracias a todos por venir y compartir.
Josecito und Eric
Eric Gastón Rosenberg, Myriam, Anna, Alejandro
| Nora,Coco, Samy, Miguel und Nora |
Christian, Fernanda, Hector
Dienstag, 17. Mai 2011
Es war ein wunderschöner Samstag mit Facundo. Ha sido und hermoso sábado con Facundo y José!
| Im Schimmbad unter Aufsicht von Oma Erika |
Unser Enkelsohn Facundo ist unser Alles zusammen mit unseren drei Pudeln. Er hat uns mit seinem Dasein so bereichert, dass man sich es kaum vorstellen kann.
Leider haben wir nicht viel Zeit um mehr mit ihm zu unternehmen, (ich muss viel schreiben, arbeiten, recherchieren. . .übersetzen und bin sechs Monate im jahr immer unterwegs, verreist, na ja, so ist es mal das Leben) aber Samstags gehören nur ihm. Seitdem er drei wurde, heute ist er 6 Jahre alt holen wir ihn samstags ab und gehen wir in den Klub, damit er schwimmen lernt und Fußball spielt. Das ist von März bis August, wenn wir in Buenos Aires sind. Er lernt alles sehr schnell, auch Deutsch, Malen, Mathe, Geschichte. Wir spielen viel mit den Drei Fragezeichen, backen und kochen zusammen. . . Unser Facundo ist eine Sonne!
Nuestro nieto Facundo representa algo muy importante para nosotros, también nuestros tres canichitos negros. Con su presencia nos han enriquecido y llenado el alma. Lamentablemente no disponemos mucho tiempo para dedicarle ya que debo compartir mi vida de escritora con otras tantas actividades y mis largos viajes. Pero todos los sábados desde Marzo a Agosto le pertenecen a Facundo. LLueve o truene lo pasamos a buscar desde hace ya tres anios, para que aprenda a nadar, juegue al football, comparta con nosotros momentos de alegría, salidas a teatros, títeres, cine y juegue con mi compu al Juego detectivesto de los tres Signos de Interrogación. Un juego alemán que hace pensar a grandes y chicos. Facundo también habla alemán!!!
Facundo tendrá un hermanito y todos estamos muy contentos! Pero el más bueno, lindo e inteligente es Facundo!
Y aquí otras imágenes que dan prubea de la alegría de Facundo.
| Mit Opa José im Restaurant im Klub Gymnasia y Esgrima de Buenos Aires |
| Facu beim Filmen im Boca beim Training der Fußballspieler |
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